Animais

Estudos Relacionam Violência a Agressões Contra Animais

Fonte 

Assassinos em série mataram ou torturaram animais, quando crianças. Esta conclusão foi o resultado da análise da história de vida desses criminosos, realizada nos Estados Unidos pelo Federal Bureau of Investigation (FBI, a polícia federal norte-americana), na década de 1970. Pela primeira vez, a relação entre crueldade contra animais e crueldade contra pessoas foi reconhecida no país.

Hoje considerada como sinal de distúrbios psiquiátricos, a crueldade animal virou tema de livro para adolescentes. Publicado em julho de 2001, pela HSUS (sigla para Sociedade Humanitária dos Estados Unidos), uma das maiores organizações de proteção animal do mundo, Understanding Animal Cruelty (Entendendo a crueldade contra o animal) está disponível no website da entidade.

A publicação, dirigida também a professores, examina conceitos e causas associadas ao problema, leis sobre maus-tratos de animais e a relação entre esse tipo de crueldade e a violência doméstica. Há ainda questões que incentivam o pensamento crítico e sugestões de atividades a serem desenvolvidas pelo próprio leitor.

Um estudo nacional sobre o perfil dos casos de crueldade animal nos Estados Unidos, conduzido pela HSUS, em 2000, descobriu que 94% da crueldade animal intencional foi cometida por homens; 31% dos responsáveis tinham 18 anos ou menos.

“Agressores sexuais juvenis e suas experiências com pets”, um estudo desenvolvido pelo Departamento de Psicologia da Universidade de Erlangen, na Alemanha, também demonstrou a conexão entre violência contra animais e violência contra o homem. O trabalho foi apresentado durante a 9ª Conferência Internacional sobre as Interações Homem Animal, em setembro, no Rio de Janeiro, e deve ser publicado até o final do ano.

 


 

Pássaros

Texto de Aroldo Martins

A comemoração oficial do Dia da Árvore teve lugar pela primeira vez no estado norte-americano do Nebraska, em 1872. John Stirling Morton conseguiu induzir toda a população a consagrar um dia no ano à plantação ordenada de diversas árvores para resolver o problema da escassez de material lenhoso.
A Festa da Árvore rapidamente se expandiu a quase todos os países do mundo, e em Portugal comemorou-se pala primeira vez a 9 de Março de 1913.
Em 1971 e na sequência de uma proposta da Confederação Europeia de Agricultores, que mereceu o melhor acolhimento da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), foi estabelecido o Dia Florestal Mundial com o objetivo de sensibilizar as populações para a importância da floresta na manutenção da vida na Terra.
Em 21 de Março de 1972 – início da Primavera no Hemisfério Norte – foi comemorado o primeiro DIA MUNDIAL DA FLORESTA em vários países, entre os quais Portugal.
Em meio a esta data comemorativa, que está relacionada ao meio ambiente, fica aqui o meu lamento e o meu protesto aos aspectos da fauna e flora da nossa região. As queimadas durante o período da seca é visto de todos os lados, pois a fumaça chega até nossa cidade claramente, somos obrigados a inalar poluentes indesejáveis e para quem tem problemas respiratórios é um “deus nos acuda”. Além disso, por conta das queimadas, o calor que nesse período já é grande, fica insuportável. Neste dia, que se comemora o “verde”, deixo o meu lamento para alguns animais silvestres de nossa região, alguns que já foram praticamente extintos, como o Canário da Terra ou Canário Amarelo, devido a retirada deles do seu habitat , principalmente na época de procriação, infelizmente, não existem mais nos arredores de nossa cidade como no Boqueirão e Ponta da Serra e outros lugares mais. Os Coquis ou Chico Pretos que víamos nos quintais de nossas casas já não ouvimos mais. O canto do Cabeça Vermelho das cinco horas da manhã, agora ficou só na saudade. Nem os Sabiás, Pinta Silvas e os Golinhas escaparam dessa extinção, principalmente na zona urbana, mas na zona rural por onde passamos, o que não faltam são pássaros enjaulados, sem destino, sem razões.
Não poderia esquecer dos Papagaio e dos Periquitos que vemos em várias casas, bem cuidados, bem tratados, mas fora do seu habitat natural, de uma certa forma aprisionados,pois não voltariam mais para o seu ambiente, pela dificuldade de adaptção.
Agora lembrei dos versos de Gonçalves Dias:

Minha terra tem palmeiras, onde canta o sabiá,
as aves que aqui gorjeiam, não gorjeiam como lá.
Senso assim, eu diria, parodiando:
Minha terra não tem mais o canto do Sabiá,
Nem a beleza das cores do Currupião que vivia cá;
Acordar com o Cabeça Vermelho, agora nem pensar!
Só ouvimos os cantos tristes, de pássaros a lamentar.

Em breve, ficarão extintos os nossos exóticos tatus, a mão humana vive capturando, este animal que tem bastante por aqui. O pior é que são presos também na época da procriação. As fêmeas, geralmente estão cheias de filhotes e isso só leva a extinção.
Fica aqui o meu protesto no dia da árvore e das florestas, do verde florescer, da liberdade permanecer e cada um viver feliz no seu habitat para a natureza ficar mais viva e com ela a humanidade também viver.

 

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