Quentin Tarantino (1963)


“A violência é a melhor forma de se conectar com o público ao fazer cinema”

Tarantino zomba da violência, que mesmo em tempo de consciência ecológica, direitos humanos e união entre os povos são temas em qualquer agenda política que se preze, ainda há, na sociedade, um clamor reprimido pela violência, glorificado.

E isso precisa ir além de uma análise das coletividades, e deve ser realizada feita uma constatação pessoal, do quanto aquela violência te nutriu e te divertiu, o quanto ela te vingou também, na ponta do cano das armas ou dos bastões dos bastardos. Qual o impacto dessa revelação, da tolerância que demonstramos à violência, que excede a linguagem e o comportamento agressivo, que atinge tudo aquilo que toleramos, que aceitamos.        
Wagner Artur

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Sobre Betty Alvarez
Artista plástica, ceramista e designer de superfícies. Pesquisa a história e as conexões da arte. Ministra aulas e oficinas externas e no seu ateliê Tripolye.

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