Os Medos
janeiro 18, 2013 Deixe um comentário
Shuli Bar Navon no Facebook
Veja texto Insegurança e medo na infância
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novembro 26, 2012 Deixe um comentário
Foto para o primeiro passaporte
Maria da Penha tem sono pesado. Capota e só acorda no dia seguinte. Na madrugada de 29 de maio de 1983, porém, teve seu repouso interrompido pelo pior pesadelo da vida…
Leia mais aqui.
novembro 7, 2012 Deixe um comentário
outubro 26, 2012 Deixe um comentário

Uma carta assinada pelos líderes indígenas da aldeia Guarani-Kaiowá, do Mato Grosso do Sul, e remetida ao Conselho Indigenista Missionário (CIMI), anuncia o suicídio coletivo de 170 homens, mulheres e crianças se a Justiça Federal mandar retirar o grupo da Fazenda Cambará, onde estão acampados provisoriamente às margens do rio Hovy, no município de Naviraí. Os índios pedem há vários anos a demarcação das suas terras tradicionais, hoje ocupadas por fazendeiros e guardadas por pistoleiros. O líder do PV na Câmara, deputado Sarney Filho (MA), enviou carta ao ministro da Justiça pedindo providências para evitar a tragédia.
Leia a carta
agosto 5, 2012 Deixe um comentário
julho 23, 2012 Deixe um comentário
Este vídeo mostra uma ilha que se encontra no meio do oceano Pacífico, a 2.000 km de qualquer costa. Ninguém habita esta ilha exceto pássaros. E contudo….vejam o que se passa.
maio 23, 2012 Deixe um comentário
Uma campanha em que cada um de nós pode fazer a diferença.
Permita que aves cantem em liberdade.
Divulgue o vídeo.
abril 9, 2012 Deixe um comentário
QUEM SE IMPORTA é um documentário longa metragem sobre empreendedores sociais no Brasil e ao redor do mundo. Pessoas brilhantes, que criaram, cada qual, uma organização inovadora capaz de não só mudar a sociedade ao seu redor, mas também causar impacto social suficiente para que estas idéias possam virar políticas públicas aplicadas em várias partes
julho 25, 2011 Deixe um comentário
Em Um Mundo Melhor conta a história de Anton, um médico que divide sua vida numa idílica cidade da Dinamarca com o trabalho num campo de refugiados africanos. Nesses dois mundos distintos, ele e sua família enfrentam conflitos que os levam à difícil escolha entre a vingança e o perdão.
julho 19, 2011 Deixe um comentário
Óleo sobre tela de James Ensor, 1891.
A natureza grotesca do quadro reflete a própria visão do artista: um mundo regido pelo absurdo, no qual pensamentos desconexos e ações fúteis desempenham um papel grande demais.
Fonte: O livro da Arte – Publifolha
maio 5, 2011 Deixe um comentário
Veja aqui um importante vídeo sobre o tema.
maio 2, 2011 Deixe um comentário
O artista criou um conjunto de grandes pinturas tridimensionais explorando as devastações da guerra e do meio ambiente causados pelos recentes conflitos na Europa Oriental e Oriente Médio.
Obra de Gerry Judah
abril 26, 2011 Deixe um comentário
Aventuras de uma arara azul perseguida por contrabandistas de animais. Carlos Saldanha é o brasileiro responsável pela direção do filme.
março 26, 2011 Deixe um comentário
No coração de uma das maiores metrópoles do mundo, quatro irmãos tentam reinventar suas vidas. Reginaldo, o mais novo, procura obstinadamente seu pai, que nunca conheceu. Dario, sonha com uma carreira como jogador de futebol profissional. Dinho, frentista em um posto de gasolina, busca na religião o refúgio para um passado obscuro. Dênis, o mais velho, é pai e ganha a vida como motoboy. No centro desta família está Cleuza, 42 anos, grávida do quinto filho. Ela trabalha duro como empregada doméstica enquanto luta para manter os filhos na linha. Para sobreviver à brutalidade de uma cidade onde as oportunidades se afunilam, eles só podem contar um com o outro..
março 2, 2011 Deixe um comentário

Tudo acontece nos EUA da época da Depressão e da Lei Seca, quando gângsteres e mafiosos dominam o país. Michael Sullivan (Tom Hanks) é um deles. Ele trabalha para o poderoso John Rooney (Paul Newman, excelente aos 77 anos), que o criou como um filho. O pequeno Michael Jr. (Tyler Hoechlin), assim como todo menino, tem curiosidade em saber como é exatamente o trabalho de seu pai, mas por motivos óbvios esse assunto é proibido na família. Até o dia em que o garoto se esconde no carro do pai e finalmente presencia uma parte do seu “trabalho”: um verdadeiro banho de sangue. Em segundos, Michael Jr. não é mais apenas uma criança. Agora ele é testemunha de um violento assassinato, e está marcado para morrer. Desesperado e determinado, seu pai está disposto a tudo para não somente proteger a vida do filho, como também para evitar que ele cresça dentro de uma carreira de crimes.
Texto: Celso Sabadin, jornalista e crítico de cinema da Rádio CBN.
fevereiro 15, 2011 Deixe um comentário
O filme Crianças Invisíveis reúne sete curtas-metragens realizados no Brasil, Itália, Inglaterra, Sérvia e Montenegro, Burkina Faso, China e Estados Unidos, dirigidos por cineastas consagrados como o chinês John Woo, o inglês Ridley Scott, o americano Spike Lee, o iugoslavo Emir Kusturica e a brasileira Kátia Lund.
O objetivo do projeto é chamar a atenção de governos e da sociedade civil para os milhares de crianças e adolescentes excluídos e invisíveis do mundo: jovens afetados pelo HIV; jovens que vivem sem suas famílias; jovens que participam de confrontos armados, jovens discriminados por fatores raciais ou étnicos.
… Considerado um dos melhores e mais emocionantes episódios do filme, ‘Bilu e João’, da brasileira Kátia Lund, mostra o cotidiano de uma menina e um menino que coletam materiais nos lixos de São Paulo.
“Essas não são crianças invisíveis no sentido estrito, porque estão presentes nas janelas dos nossos carros, mas são invisíveis porque, às vezes, preferimos vê-las, mas não enxergá-las”, afirma a representante do Unicef no Brasil, Marie-Pierre Poirier.
janeiro 3, 2011 Deixe um comentário
Kevin Carter (13/09/1960 – 27/07/1994) foi o “maldito” fotógrafo sul-africano que ganhou o prêmio Pulitzer de 1994 pela foto acima, onde uma menina sudanesa se arrasta em campo aberto vencida pela desnutrição. Na espreita, um abutre na iminência do instintivo ataque.
Após ganhar o prêmio, Carter fez uma impiedosa autocrítica por fotografar a pequena garota. Segundo ele, apenas ”espantou momentaneamente” o abutre e depois seguiu o seu caminho, ignorando o que poderia ocorrer de novo na macabra cena.
“Um homem ajustando suas lentes para tirar o melhor enquadramento do sofrimento dela talvez tambem seja um predador, outro abutre na cena.”
Em 27 de julho de 1994, quase dois meses depois de receber o pulitzer, dirigiu seu carro até um local da sua infância e suicidou-se utilizando uma mangueira para levar a fumaça do escape para dentro do automóvel. Tinha 33 anos de idade e deixou uma nota sobre seu suicídio. Numa parte do texto ele registra:
“Estou deprimido… sem telefone… sem dinheiro para o aluguel… sem dinheiro para ajudar as crianças… sem dinheiro para as dívidas… dinheiro!!!… Sou perseguido pela viva lembrança de assassinatos, cadáveres, raiva e dor… pelas crianças feridas ou famintas… pelos homens malucos com o dedo no gatilho, muitas vezes policiais, carrascos…”
dezembro 14, 2010 Deixe um comentário
A obra de Gil Vicente traduz um incômodo perante os modos de representação política vigentes. Transporta uma desilusão profunda sobre a possibilidade de mudanças realizadas por meio de lideranças formalmente constituídas, denunciando um esgotamento que, em muitas ocasiões, tem levado ao confronto violento. Em seu trabalho, Gil Vicente não busca a confusão entre arte e crime, mas antes a substituição do crime como ato pela criação de sua imagem explícita. Em Inimigos o artista assume, em desenhos realistas feitos em carvão sobre papel em escala natural, o papel de assassino de diversos dirigentes políticos, os quais, atuando em âmbitos geográficos diversos, são portadores de visões distintas, quando não conflitantes, do mundo.
novembro 26, 2010 Deixe um comentário
“No violência”, escultura de Karl Fredrik Reutersward, colocada na entrada da sede das Nações Unidas, em Nova York. Foto da ONU
novembro 3, 2010 Deixe um comentário

Cildo Meireles é um dos artistas mais importantes da arte contemporânea brasileira. Seu trabalho, pioneiro no campo da arte da instalação, prima pela diversidade de suportes, técnicas e materiais, apontando quase sempre para questões mais amplas, de natureza política e social.
Concebida em 1967, a obra Desvio para o Vermelho foi montada em diferentes versões desde 1984 e exibida em Inhotim em caráter permanente a partir de 2006. A obra é formada por três ambientes articulados entre si: no primeiro deles (Impregnação) nos deparamos com uma exaustiva coleção monocromática de móveis, objetos e obras de arte em diferentes tons, reunidos de uma maneira improvável. Nos ambientes seguintes, Entorno e Desvio, acontece o mesmo fenômeno da primeira sala, a cor satura a matéria, se transformando em matéria.
Aberta a uma série de simbolismos e metáforas, desde a violência do sangue até conotações ideológicas, o que a obra oferece é uma seqüência de impactos sensoriais e psicológicos ao espectador: uma série de falsas lógicas que nos devolvem sempre a um mesmo ponto de partida.
outubro 5, 2010 Deixe um comentário
Nunca se sabe quando tudo pode ser dizimado pelo mais leve dos ventos, talvez um simples sopro pode acabar com tudo outra vez. A noção de comunidade é conflitante, pois mesmo criando laços visivelmente presentes e até necessários, Amy Casey deixa claro que estes laços são extremamente sutis e frágeis e se houver algum ser humano vivendo dentro destas construções, eles estarão vivendo em um constante estado de medo, sem saber o que pode acontecer no próximo segundo.
setembro 10, 2010 Deixe um comentário

O polonês Frank Krajcberg, que, fugindo da Europa devastada pela guerra, passou a viver no Mato Grosso a partir de 1948, iniciando uma campanha pela preservação da natureza.
“Trabalho para sensibilizar as pessoas, já que tudo o que há no planeta tem direito a sobreviver e existir”, afirma o artista.
agosto 30, 2010 Deixe um comentário
Neste filme, Isabel Coixet constrói uma atmosfera íntima, triste, poética, angustiante, bela e melancólica, e enche de conteúdo duas personagens misteriosas, intrigantes e comovedoras. Tudo isto sem abusar de sentimentalismos, equilibrando-se entre a emoção e o sorriso, entre a crueldade e a esperança.
Através de uma abordagem madura, sincera e profunda das misérias (e algumas virtudes) do ser humano, Isabel Coixet mostra-nos, de novo, as imensas cores das palavras.
julho 8, 2010 Deixe um comentário
Hipopótamos, elefantes, ovelhas, rinocerontes…animais diferentes entre si, com o mesmo semblante em comum: o olhar vazio que parece transmitir melancolia, alheamento e tristeza, como se fossem conscientes da sua real condição. Um olhar semelhante ao de seres humanos que já passaram boa parte de suas vidas em uma prisão.
Com este trabalho, Ciutat levanta uma questão interessante: a validade dos zoológicos como ferramenta de proteção aos animais e educação ambiental. É sabido que um animal em cativeiro sofre uma série de alterações comportamentais por estar privado de seu habitat natural e de estímulos adequados para o seu desenvolvimento. A exposição ao grande público, que nem sempre demonstra respeito para com os animais, também não contribui.
maio 11, 2010 Deixe um comentário
“Playing for Change é um movimento multimídia criado para inspirar, conectar e trazer paz ao mundo através da música. A idéia deste projeto surgiu a partir de uma crença comum de que a música tem o poder de quebrar fronteiras e superar as distâncias entre as pessoas. Não importa se as pessoas vêm de diferentes geográficas, políticas, econômicas, espirituais ou ideológicos, a música tem o poder universal de transcender e unir-nos como uma única raça humana. E com essa verdade firmemente em nossas mentes, partimos para compartilhá-lo com o mundo.”
abril 27, 2010 Deixe um comentário
Em romance-colagem exibido no Brasil, o surrealista Max Ernst desconstrói certezas da sociedade europeia.
Como no relato bíblico da criação do mundo em sete dias, Ernst desenvolveu a série-novela Uma Semana de Bondade, começando seus capítulos no domingo e terminando no sábado. Para cada um dos dias prevalece um tema e um elemento (a lama, a água, o fogo, o sangue, o negro, a vista e o desconhecido), retratados em cenas nas quais figuras humanas se transformam em híbridos de homem e animal (leão, dragão, pássaro e galo), tornando-se protagonistas ou espectadores de orgias, assassinatos, desgraças, terror e paixões. Surrealista que era, Ernst conduz as narrativas de tensões – com a 2ª Guerra a estourar – com elementos imaginários que expandem os significados de cada imagem, em preto e branco.
Camila Molina – O Estado de São Paulo
abril 17, 2010 Deixe um comentário
abril 14, 2010 Deixe um comentário
Michelangelo Merisi surgiu na cena artística romana em 1600 e, desde então, nunca lhe faltaram comissões ou patronos. Porém ele lidou com seu sucesso de maneira atroz. Uma nota precocemente publicada sobre ele, em 1604, descrevia seu estilo de vida três anos antes: “após uma quinzena de trabalho, ele irá vagar por um mês ou dois com uma espada a seu lado e um servo o seguindo, de um salão de baile para outro, sempre pronto para se envolver em alguma luta ou discussão, de tal maneira que é bastante torpe acompanhá-lo.” (Floris Claes van Dijk; Roma, 1601.) Em 1606, mata um jovem durante uma briga e foge de Roma, com a cabeça a prêmio. Em Malta (1608) envolve-se em outra briga, e mais outra em Nápoles (1609), possivelmente um atentado premeditado contra a sua vida devido suas ações, por inimigos nunca identificados. No ano seguinte, após uma carreira de pouco mais do que uma década, Caravaggio estava morto, aos 38 anos.
Fonte: Wikipédia
… era obcecado por momentos em que o ser humano é subitamente tocado por alguma coisa, e “tocado” em seu caso tinha um sentido literal: são os corpos que sofrem os acontecimentos e expressam as reações. Da meditação de São Jerônimo à decapitação de São João Batista, do autoembevecimento de Narciso à flagelação de Cristo, há sempre um fato transformador, uma surpresa que flagra o corpo e invade o espírito.
(…) No entanto, seu drama, visceral como é, só tem a força que tem pela arquitetura rigorosa, pela teatralidade estudada, pela organização geral dos movimentos.
Daniel Piza
março 27, 2010 Deixe um comentário

Louise Bourgeois, ‘A destruição do pai”, de 1974
gesso, látex, madeira e tecido, 237.8 x 362.3 x 248.6cms
LOUISE BOURGEOIS EM CONVERSA COM DOUG MCCLEMONT
Trecho da entrevista realizada em agosto 2007
Embora conhecida por ser cética sobre a capacidade de entrevistas para esclarecer qualquer significado importante, Louise Bourgeois respondeu de forma maravilhosamente articulada e apaixonada às perguntas sobre a sua vida e o seu trabalho.
Aos 95, ela ainda é forte e encantadora.
DOUG MCCLEMONT: Eu sei de seu interesse pelo medo, como conceito e como emoção. Você tem sido citada como tendo dito que teme tudo. Será que isto ainda é válido para você? Há alguma coisa que você teme agora?
Louise Bourgeois: Eu temo não ser capaz de agradar as pessoas que eu quero.
DM: Falando de agradar outras pessoas, como você se sente quando você vê “A Destruição do Pai” agora?
LB: E cheguei à paz com meu pai, mas num certo momento minhas dificuldades com ele foram demais para me segurar. Esses sentimentos foram assim, intensos, por muito tempo. Depois eles se perderam e isso afetou meu relacionamento com as pessoas. Esses antigos sentimentos passaram a funcionar sob a forma de autodestruição. Minha frustração, meu ressentimento e as pressões constantes de meu pai cresceram Meu pai reduziu minha autoconfiança e me fez sentir medo. Eu canalizei todos os meus sentimentos contra ele para a obra “Destruição do pai”.
DM: É justo dizer que é uma de suas obras mais teatrais?
LB: Não havia nada de teatral em termos de meus sentimentos. Talvez, o único teatro que ocorreu foi o espetáculo do meu pai na mesa de jantar, que foi a origem da obra. Todas as dinâmicas familiares se desdobram como teatro. Tudo o que sei é que quando eu terminei o trabalho, me senti muito melhor. Essa é a magia.
DM: Tem todas as suas esculturas – mesmo as aranhas maternais e reconfortantes – células alienantes e auto-retratos em algum nível?
LB: Todas as minhas esculturas são retratos de relacionamentos, entre mim e outra pessoa.
março 18, 2010 Deixe um comentário
Exposição no Memorial da América Latina, março 2010.
Com a curadoria de Daniela Name, “Jogos de guerra – Confrontos e convergências na arte contemporânea brasileira” aborda o tema no sentido amplo: “Abri o conceito de jogo e o conceito de guerra. Guerra não é só a do Iraque, Malvinas ou Vietnã. Tem a guerra às drogas. Tem a guerra no casamento, no futebol. Às vezes a gente é o opositor da gente mesmo, o nosso próprio inimigo, no pesadelo, na fantasia, no recalque. E o artista muitas vezes tem na obra, não um rival, mas um Outro que o está testando toda hora”, explica a curadora.
Fonte: Memorial da América Latina
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